
"Somos o avesso um do outro.
Quando duvidas, paras, e eu sigo em frente.
Quando tens medo, eu tenho vontade.
Quando sonhas, eu pego nos teus sonhos e torno-os realidade.
Quando te entristeces, fechas-te numa concha e eu choro para o mundo.
Quando não sabes o que queres, esperas e eu escolho.
Quando alguém te empurra, tu foges e eu deixo-me ir.
Somos o avesso um do outro: iguais por fora, o contrário por dentro.
Tu proteges-me, acalmas-me, ouves-me e ajudas-me a parar.
Eu puxo por ti, sacudo-te e ajudo-te a avançar.
Como duas metades teimosas, vivemos de costas voltadas um para o outro, eu sempre à espera que tu te vires e me abraces, e tu sempre à espera que a vida te traga um sinal, te aponte um caminho e escolha por ti o que não és capaz."
Quando te entristeces, fechas-te numa concha e eu choro para o mundo.
Quando não sabes o que queres, esperas e eu escolho.
Quando alguém te empurra, tu foges e eu deixo-me ir.
Somos o avesso um do outro: iguais por fora, o contrário por dentro.
Tu proteges-me, acalmas-me, ouves-me e ajudas-me a parar.
Eu puxo por ti, sacudo-te e ajudo-te a avançar.
Como duas metades teimosas, vivemos de costas voltadas um para o outro, eu sempre à espera que tu te vires e me abraces, e tu sempre à espera que a vida te traga um sinal, te aponte um caminho e escolha por ti o que não és capaz."
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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.