
"Quando cresce-mos.
Não temos mais bochechas fofas, não é mais a queridinha da vovó, não é mais a princesinha do papai e até o pobre do bicho papão abandona-nos.
Perde-mos os amigos imaginários, não vive-mos mais cercada de pessoas querendo nos mimar e fazer as nossas vontades.
Não pode-mos mais simplesmente chorar para não ir á escola, não pode-mos mais morder as professoras quando irrita-nos e nem ser maus educados e dar desculpas de que somos muito crianças para entender que certas palavras magoam.
Ninguém põe-nos para dormir contando as histórias preferidas.
Perde-mos todas as regalias e passa-mos a ser responsável pelo que cativa-mos.
Não brinca-mos mais de bonecas, não temos mais elas para destruir e pintar os cabelos.
Todos os nossos lápis de cera e brinquedos desapareceram e deram lugar a grandes e grossos livros!
Você cresce. Você aprende. Você erra. Você ganha! "
Não temos mais bochechas fofas, não é mais a queridinha da vovó, não é mais a princesinha do papai e até o pobre do bicho papão abandona-nos.
Perde-mos os amigos imaginários, não vive-mos mais cercada de pessoas querendo nos mimar e fazer as nossas vontades.
Não pode-mos mais simplesmente chorar para não ir á escola, não pode-mos mais morder as professoras quando irrita-nos e nem ser maus educados e dar desculpas de que somos muito crianças para entender que certas palavras magoam.
Ninguém põe-nos para dormir contando as histórias preferidas.
Perde-mos todas as regalias e passa-mos a ser responsável pelo que cativa-mos.
Não brinca-mos mais de bonecas, não temos mais elas para destruir e pintar os cabelos.
Todos os nossos lápis de cera e brinquedos desapareceram e deram lugar a grandes e grossos livros!
Você cresce. Você aprende. Você erra. Você ganha! "
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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.