
Hoje seguia o meu caminho de regresso a casa quando decidi reparar nas pessoas que viajavam ao meu redor... Notei que entre faces sérias muitas tinham sorrisos falsos, temporários, escondidos... Sorrisos tristes! E invadiu-me um medo constante e mais real que outro qualquer. O que esperarão as pessoas do meu sorriso? O que dizem quando também eu só apresento um pequeno sorriso tímido, que esconde uma tristeza que me afunda em mágoa? O que será que pensam de mim nesse momento?
Sentem pena? Não quero que o façam, não tenho carácter de coitadinha.
Sentem compaixão? Não gosto disso, não transmite calor.
Sentem raiva? Não admitem que se revêem na minha expressão
Sentem desilusão? Não sou mais uma qualquer.
Cheguei à conclusão que, independentemente de tudo isso, o que eu não quero mesmo é que um dia possam dizer que fui uma pessoa triste. Que transmiti tristeza a vida toda, quando apenas tenho momentos bons e maus. Não quero que olhem para uma foto minha e se entreguem à limitação de lastimar-me. Por isso, hoje sorri muito. Cantei como há muitos anos não o fazia. E dancei... Voltei a dançar para suportar a força que saiu dentro de mim nesse instante.
Sentem pena? Não quero que o façam, não tenho carácter de coitadinha.
Sentem compaixão? Não gosto disso, não transmite calor.
Sentem raiva? Não admitem que se revêem na minha expressão
Sentem desilusão? Não sou mais uma qualquer.
Cheguei à conclusão que, independentemente de tudo isso, o que eu não quero mesmo é que um dia possam dizer que fui uma pessoa triste. Que transmiti tristeza a vida toda, quando apenas tenho momentos bons e maus. Não quero que olhem para uma foto minha e se entreguem à limitação de lastimar-me. Por isso, hoje sorri muito. Cantei como há muitos anos não o fazia. E dancei... Voltei a dançar para suportar a força que saiu dentro de mim nesse instante.
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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.