“Não és a base do todoNão és a chave vital
Surges como um poder
Apoderas-te do meu corpo
Sintonizas-me o coração
Manipulas a minha alma
Melodia divina
Que não consigo descodificar
Danças para mim
Fazes-me dançar
Crias laços
A tua vida e os meus sonhos
Mesmo quando apenas sinto ilusão
A ilusão que adormece o meu despertar
Evitar-te não resulta
Estás em mim como uma veia
Ou se preferires
Talvez um vício
Não fazes parte de mim
Mas sentir-te feliz sustenta-me
O teu riso faz-me bem
Um fruto proibido
Cinco mil cumplicidades
Tu estás bem
E eu também!”
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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.