Contigo já fui feliz, já me senti bem. Nunca me importei com esse teu jeito de puto, com esse teu ar de quem não se importa com nada nem com ninguém. Nunca ligas-te ao que os outros pensavam e isso fez-me gostar ainda mais de ti. És demasiado importante para te deixar ir assim, com o vento. Mas um dia, sem tu contares eu deixo-te ir e aí não há volta a dar, tu vais e eu fico. Por enquanto ficamos assim abraçados a sentir o vento a passar. Por enquanto eu seguro-te.
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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.