"São estas as coisas que me fazem afastar de ti, não é não me escutares até ao fim mas sim ouvires e não perceberes. Pensas que digo uma coisa, quando disse exactamente outra e não te digo que faças por mal, porque sei que não é o que acontece, mas é isto que faz com que a nossa troca de palavras se torne apenas no necessário. Por vezes não sei o que te dizer porque tenho medo que entendas da maneira errada, então não digo simplesmente nada e por vezes quando te dou a entender a minha opinião tu percebes mal. Transformas e interpretas as minhas palavras numa maneira tua e complemente própria. E diz-me, queres que faça o que senão falamos “a mesma língua”? Apercebo-me agora que este sempre foi também um dos nossos problemas, a falta de entendimento e de compreensão. E quando menciono a palavra compreensão não falo em falta de esforço da tua parte para me tentares apoiar e ajudar a resolver os meus problemas, visto que isso foi uma coisa que nunca faltou, sempre estiveste lá para mim e sempre deste o teu melhor para me ajudar. Falo sim, em compreensão no sentido de interpretares o que te digo da maneira correcta, talvez até seja eu que não me explico bem. Vou voltar a repetir e tentar que entendas desta vez. Primeiro tudo o que escrevi no texto anterior foi completamente inventado e nenhuma das palavras que o compõe foi baseada em ti e se isto não fosse verdade sabes que não teria problema nenhum em dizer-to. Segundo quando te falo na minha mudança não falo apenas na pessoa que me ajudaste a construir com o tempo, das coisas que me ensinaste e na pessoa que me fizeste ser com todo o carinho e preocupação que sempre demonstraste e desta mudança, não me arrependo nada, fez-me ser uma pessoa melhor e se voltasse atrás faria tudo da mesma maneira. Falo também numa segunda mudança, a das últimas semanas, que diminuiu os sentimentos que sinto em relação a ti sem eu ter feito seja o que fosse para isso acontecer e sabes tão bem como eu que não faria nada, propositadamente, para alterar tudo o que construímos ao longo de todo este tempo. E por último, com o texto que fiz para ti, nunca quis acabar com nada, percebe isso. Quis apenas dar-te a entender tudo o que se estava a passar comigo visto que como tu própria dizias eu não falava contigo. Peço desculpa por agora me considerares como uma desilusão, não há nada que possa fazer para o alterar, tal como não posso alterar o novo significado que adquiriste agora para mim. Como já vi escrito “se falarmos de mais não temos nada para escrever, porque o que escrevemos foi o que ficou por ser dito” ou uma coisa do género, utilizei o papel e a caneta para te demonstrar tudo o que estava a sentir e pela qual estava a passar, sem nunca estar a tentar desiludir-te ou a deixar-te como me dizes. O meu único objectivo foi expressar tudo o que guardei para dentro, esperando que tu entendesses, mas aqui voltamos ao nosso problema de interpretação. Julgo que levas sempre as coisas demasiado a peito por mais simples que elas acabem por ser, confundes sinceridade com algo que ainda não percebi bem o quê. Apenas sei que tens de começar a tentar perceber o que te digo. Faz pelo menos um esforço. Não interpretes tudo à tua maneira, porque somos pessoas diferentes, vemos as coisas de maneira diferente e tu podes, sem minha intenção, perceber coisas que nunca te dei a entender. Tudo o que te tenho dito nestas palavras que tenho escrito não são um final, são talvez a tentativa de um novo recomeço." 20.1.11
Está sim é para ti Princesa ( Ru')
"São estas as coisas que me fazem afastar de ti, não é não me escutares até ao fim mas sim ouvires e não perceberes. Pensas que digo uma coisa, quando disse exactamente outra e não te digo que faças por mal, porque sei que não é o que acontece, mas é isto que faz com que a nossa troca de palavras se torne apenas no necessário. Por vezes não sei o que te dizer porque tenho medo que entendas da maneira errada, então não digo simplesmente nada e por vezes quando te dou a entender a minha opinião tu percebes mal. Transformas e interpretas as minhas palavras numa maneira tua e complemente própria. E diz-me, queres que faça o que senão falamos “a mesma língua”? Apercebo-me agora que este sempre foi também um dos nossos problemas, a falta de entendimento e de compreensão. E quando menciono a palavra compreensão não falo em falta de esforço da tua parte para me tentares apoiar e ajudar a resolver os meus problemas, visto que isso foi uma coisa que nunca faltou, sempre estiveste lá para mim e sempre deste o teu melhor para me ajudar. Falo sim, em compreensão no sentido de interpretares o que te digo da maneira correcta, talvez até seja eu que não me explico bem. Vou voltar a repetir e tentar que entendas desta vez. Primeiro tudo o que escrevi no texto anterior foi completamente inventado e nenhuma das palavras que o compõe foi baseada em ti e se isto não fosse verdade sabes que não teria problema nenhum em dizer-to. Segundo quando te falo na minha mudança não falo apenas na pessoa que me ajudaste a construir com o tempo, das coisas que me ensinaste e na pessoa que me fizeste ser com todo o carinho e preocupação que sempre demonstraste e desta mudança, não me arrependo nada, fez-me ser uma pessoa melhor e se voltasse atrás faria tudo da mesma maneira. Falo também numa segunda mudança, a das últimas semanas, que diminuiu os sentimentos que sinto em relação a ti sem eu ter feito seja o que fosse para isso acontecer e sabes tão bem como eu que não faria nada, propositadamente, para alterar tudo o que construímos ao longo de todo este tempo. E por último, com o texto que fiz para ti, nunca quis acabar com nada, percebe isso. Quis apenas dar-te a entender tudo o que se estava a passar comigo visto que como tu própria dizias eu não falava contigo. Peço desculpa por agora me considerares como uma desilusão, não há nada que possa fazer para o alterar, tal como não posso alterar o novo significado que adquiriste agora para mim. Como já vi escrito “se falarmos de mais não temos nada para escrever, porque o que escrevemos foi o que ficou por ser dito” ou uma coisa do género, utilizei o papel e a caneta para te demonstrar tudo o que estava a sentir e pela qual estava a passar, sem nunca estar a tentar desiludir-te ou a deixar-te como me dizes. O meu único objectivo foi expressar tudo o que guardei para dentro, esperando que tu entendesses, mas aqui voltamos ao nosso problema de interpretação. Julgo que levas sempre as coisas demasiado a peito por mais simples que elas acabem por ser, confundes sinceridade com algo que ainda não percebi bem o quê. Apenas sei que tens de começar a tentar perceber o que te digo. Faz pelo menos um esforço. Não interpretes tudo à tua maneira, porque somos pessoas diferentes, vemos as coisas de maneira diferente e tu podes, sem minha intenção, perceber coisas que nunca te dei a entender. Tudo o que te tenho dito nestas palavras que tenho escrito não são um final, são talvez a tentativa de um novo recomeço."
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Acredito que tenha percebido mal muitas das coisas que me disseste, sei que levei demasiado a peito muitas das tuas palavras, sei que somos diferentes, mas apenas nao queria que o sentimento que tihas por mim diminui-se, nao queria que deixasses de falar por nao te entender, queria que repetisses vezes sem conta, de diversas maneiras, de qualquer forma...apenas queria compreender o que me querias dizer com aquelas coisas. Mas agora, só quero que deixes tudo isso para trás, quero viver contigo tudo o que ainda tenho para viver, pouco ou muito, agitadamente ou calmo, com ou sem problemas, eu quero continuar lá sempre. Quero te ver, quero que olhes para mim. Quero cumprir todas as promessas que prometi, porque nisso nao há falta de entendimento, porque e tudo o que eu sinto e tudo o que eu quero para agora e para sempre.
ResponderEliminarNunca pensei que fosse um final, porque nao aguentaria mais, e agora não quero que seja uma tentativa! Quero que seja um recomeço! E nao vai durar um ou dois meses, porque o que sinto por ti, nao vai diminuir ou desgastar-se com o tempo. Porque para sempre é sempre!
Minha Da'B