19.1.11

Rosa

Era uma vez, uma menina chamada Carina. Ela tinha 14 anos e esperava com ansiedade a chegada dos seus 15 anos, porque os seus pais iam oferecer-lhe uma viagem num cruzeiro.Chegou o grande dia! Muito emocionada, despediu-se de seus pais e entrou no navio.
Depois de instalada, foi dar um passeio pelo cruzeiro, quando se interceptou com o rapaz mais bonito que alguma vez havia visto.
-Ele perguntou: Como te chamas?
-Ela respondeu: Carina-Ele disse: Muito prazer, Carina, chamo-me Ricardo.
Ao final do dia Carina foi para o camarote descansar.Quando acordou, encontrou debaixo da porta uma rosa azul e um bilhete que dizia: "Para a miúda mais linda que meus olhos alguma vez viram" De Ricardo.Com tanta emoção, saltou e pulou dentro do camarote!Quando ela se dirigiu ao salão principal, lá estava ele! Passaram todo o dia juntos e no final da noite, ele acompanhou-a ao seu camarote e despediu-se com um beijo.Assim se passaram 6 dias e cada vez que ela se levantava, encontrava uma rosa azul.
Chegou o ultimo dia do cruzeiro, ela estava muito emocionada porque ia dançar a valsa com ele, e nunca mais o iria voltar a ver.Quando tudo terminou, eles subiram ao quarto…Carina segura de seu amor por Ricardo entregou-se de corpo e alma.E entregou uma das preciosidades mas importantes de sua vida: "SUA VIRGINIDADE"No outro dia a Carina acordou e não encontrou Ricardo, nem uma rosa azul, mas sim um cofre de prata, com umas flores azuis talhadas, e uma nota que dizia:"Foi uma noite maravilhosa, por favor abre este cofre só quando estiveres em casa" Ricardo.Quando Carina chegou a casa, abraçou seus pais e imediatamente correu para seu quarto abrir o cofre.
Ao abrir o cofre, uma lágrima rolou seu rosto, era uma rosa negra e murcha.Ao lado da flor havia uma nota que dizia: "BEM VINDA AO MUNDO DA SIDA".As aventuras que tantos falam e fazem, por vezes trazem arrependimentos e danos a si mesmo, por vezes agimos com emoção e deixamos de lado a razão.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.