"Há momentos em que nos sentamos no chão do nosso quarto, apagamos as luzes e pomos a dar aquela musica que nos faz pensar e repensar na vida e em tudo o que gostamos, nas escolhas que fazemos, nos caminhos que seguimos e sobretudo nas pessoas que nos acompanham e naquelas que nos largaram pelo caminho. Tomamos consciência que são poucos aqueles a quem podemos chamar amigos, e muitos aqueles que podemos dar o nome de conhecidos. Sorriem para ti, mas até os sorrisos são falsos, e tudo o que vais ouvir das suas bocas são elogios, palavras falsas e vazias, pessoas que respiram hipocrisia. Não há sentimento verdadeiro, nem há um carinho sem pedir nada em troca. Tudo tem um preço, tudo é cobrado. Fazes uma festa aparecem todos, ficas doente, morre alguém de quem gostas, choras porque te magoaram e quando olhas em volta estás sozinha porque nesses momentos ninguém se encontra disponível. Acabas por te encontrar no fundo do poço, e pior, estás sozinha. E quando pensas que os 100 amigos da festa, te virão ajudar, reparas que apenas 1 ou 2, que por acaso na festa nem se encontravam presentes, nos maus momentos são os que te dão a mão e te ajudam a levantar. Estamos num mundo demasiado deprimente, e muito pouco exigente. É caso para dizer: “ Salve-se quem puder”. Já nem exigimos sinceridade, vivemos mentiras tentando acreditar que se transformarão em verdades, mas não entendemos que o que começa com uma mentira, será mentira até ao fim. O que ainda me dá vontade de seguir em frente é o facto de ter pessoas comigo que chegam e não dizem: “Para onde é que vais?” mas dizem: "Eu vou contigo para onde fores." Não banalizem o amor nem qualquer outro tipo de sentimento. Calem-se, respirem fundo e fechem os olhos. Se sentirem o coração bater mais rápido, se sentirem, mas só mesmo se sentirem... abram a boca e digam: Amo-te. Se não sentirem, a melhor resposta é aquela que já ninguém é capaz de dar: o silêncio."30.3.11
A mais pura da verdade
"Há momentos em que nos sentamos no chão do nosso quarto, apagamos as luzes e pomos a dar aquela musica que nos faz pensar e repensar na vida e em tudo o que gostamos, nas escolhas que fazemos, nos caminhos que seguimos e sobretudo nas pessoas que nos acompanham e naquelas que nos largaram pelo caminho. Tomamos consciência que são poucos aqueles a quem podemos chamar amigos, e muitos aqueles que podemos dar o nome de conhecidos. Sorriem para ti, mas até os sorrisos são falsos, e tudo o que vais ouvir das suas bocas são elogios, palavras falsas e vazias, pessoas que respiram hipocrisia. Não há sentimento verdadeiro, nem há um carinho sem pedir nada em troca. Tudo tem um preço, tudo é cobrado. Fazes uma festa aparecem todos, ficas doente, morre alguém de quem gostas, choras porque te magoaram e quando olhas em volta estás sozinha porque nesses momentos ninguém se encontra disponível. Acabas por te encontrar no fundo do poço, e pior, estás sozinha. E quando pensas que os 100 amigos da festa, te virão ajudar, reparas que apenas 1 ou 2, que por acaso na festa nem se encontravam presentes, nos maus momentos são os que te dão a mão e te ajudam a levantar. Estamos num mundo demasiado deprimente, e muito pouco exigente. É caso para dizer: “ Salve-se quem puder”. Já nem exigimos sinceridade, vivemos mentiras tentando acreditar que se transformarão em verdades, mas não entendemos que o que começa com uma mentira, será mentira até ao fim. O que ainda me dá vontade de seguir em frente é o facto de ter pessoas comigo que chegam e não dizem: “Para onde é que vais?” mas dizem: "Eu vou contigo para onde fores." Não banalizem o amor nem qualquer outro tipo de sentimento. Calem-se, respirem fundo e fechem os olhos. Se sentirem o coração bater mais rápido, se sentirem, mas só mesmo se sentirem... abram a boca e digam: Amo-te. Se não sentirem, a melhor resposta é aquela que já ninguém é capaz de dar: o silêncio."
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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.