-Amanhã vai ser tudo como antes? -Espero que sim.
-Tens mesmo saudades minhas?
-Não, só do teu abraço apertado, da segurança que encontro ao teu lado, da liberdade que me dás de gritar para toda a gente que eu amo-te oh feio.
-Só disso?
-Não das brincadeiras parvas também.
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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.