"Desculpa se abro alguma ferida em ti. Desculpa se consigo ser fria demais. Desculpa se o meu coração calcula matematicamente os sentimentos. Não é por mal, não é uma revolta perante o mundo e tão pouco quero ferir alguém. Simplesmente, não tomo o amor como único e irremediável. Não gosto de pensar num 'Grande Amor', não conseguiria mesmo que quisesse fazê-lo. Acredito que existem vários amores ao longo da vida, todos eles com estilos diferentes, experiências novas, sentimentos inequívocos e grandiosidade específica. Não assumo o amor como único. Porque sei e sinto que amei duas vezes, cada qual com a sua dimensão é verdade mas não deixaram nunca de ser Amor. "Aquela pessoa que se me dissesse 'Vem.' E eu ia sem pensar no momento, largava tudo o que tinha..." eu neste momento e depois de tudo o que já vivi não posso autorizar-me a pensar dessa forma. Em primeiro lugar, não quero pensar que o rapaz que esteja ao meu lado já teve o tal grande amor e ficar na duvida eterna do que seria eu para ele. Em segundo lugar, não gosto que desconfiem do que eu sinto porque não sou do género de mulher que arranja parceiro só para não estar sozinha e nem quero que achem que estão ao meu lado só porque são um mero amor platónico porque o grande talvez eu já o tivesse tido. Pode ser um acto de pura ilusão em mim, embora acredite que é mais uma defesa que o meu coração criou. Cada pessoa que passou na minha vida e que eu amei, tem e terá sempre um cantinho especial em mim. Recordações que lhe pertencem. Lições de vida aprendidas. Já vivi muitos anos da minha vida com fantasmas do passado, não os quero mais. E pensar como tu é entregar-me ao que já passou e ao que já senti. Um dia quem sabe pensarei da mesma maneira que tu. Hoje, no presente não consigo ser assim."16.4.11
Desculpa
"Desculpa se abro alguma ferida em ti. Desculpa se consigo ser fria demais. Desculpa se o meu coração calcula matematicamente os sentimentos. Não é por mal, não é uma revolta perante o mundo e tão pouco quero ferir alguém. Simplesmente, não tomo o amor como único e irremediável. Não gosto de pensar num 'Grande Amor', não conseguiria mesmo que quisesse fazê-lo. Acredito que existem vários amores ao longo da vida, todos eles com estilos diferentes, experiências novas, sentimentos inequívocos e grandiosidade específica. Não assumo o amor como único. Porque sei e sinto que amei duas vezes, cada qual com a sua dimensão é verdade mas não deixaram nunca de ser Amor. "Aquela pessoa que se me dissesse 'Vem.' E eu ia sem pensar no momento, largava tudo o que tinha..." eu neste momento e depois de tudo o que já vivi não posso autorizar-me a pensar dessa forma. Em primeiro lugar, não quero pensar que o rapaz que esteja ao meu lado já teve o tal grande amor e ficar na duvida eterna do que seria eu para ele. Em segundo lugar, não gosto que desconfiem do que eu sinto porque não sou do género de mulher que arranja parceiro só para não estar sozinha e nem quero que achem que estão ao meu lado só porque são um mero amor platónico porque o grande talvez eu já o tivesse tido. Pode ser um acto de pura ilusão em mim, embora acredite que é mais uma defesa que o meu coração criou. Cada pessoa que passou na minha vida e que eu amei, tem e terá sempre um cantinho especial em mim. Recordações que lhe pertencem. Lições de vida aprendidas. Já vivi muitos anos da minha vida com fantasmas do passado, não os quero mais. E pensar como tu é entregar-me ao que já passou e ao que já senti. Um dia quem sabe pensarei da mesma maneira que tu. Hoje, no presente não consigo ser assim."
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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.