2.4.11

Não tenho palavras

Admito que quando chegas-te, mexes-te comigo de uma forma inexplicável, uma sensação que me fazia respirar lentamente pedindo que o tempo parasse naquele momento. Até agora não entendo o que foi aquilo!

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.