29.4.11

A tua falsidade está no auge

Ambos sabemos que na verdade a culpa não foi inteiramente minha, sabemos que, por muito que me culpes de tudo e mais alguma coisa, tu tiveste culpa no cartório. E sabes? A última coisa que te disse, tal como a primeira ficarão para sempre guardadas, porque valeu a pena tudo que fiz por ti, mesmo que tu não o aches. Mas a verdade é que tentei e estive la quando mais precisas-te, agora não precisas mais de mim. Estavas sempre a atirar-me tudo à cara e agora, fazes o mesmo, justamente da maneira mais cruel, mas tu fizeste-o porque sabias que ia ficar mal quando visse aquilo, fizeste-o de uma forma tão fria e cobarde. Por isso, limita-te a ser feliz e esquecer que existo, tu sabias que não te perdoaria outra e nunca mais me chames de amiga, pelo menos enquanto não souberes o verdadeiro significado desta mesma palavra.

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.