3.4.11

Vês o que és capaz de fazer comigo

"Já me senti assim durante alguns meses. Sentia-me bem assim. Sabia sorrir com alma e não apenas com os lábios, sentia o meu coração bater desordenadamente, o amor percorria o meu corpo todo, preenchia o meu coração. Sentia-me realmente bem. Agora não, sabes. Agora estou bem no fundo do poço mais uma vez. Tens esse dom em mim. Ora metes-me num pedestal ora me deixas cair. Agora não me apetece levantar, já me levantei demasiadas vezes e cai outras tantas. Estou farta destas subidas e descidas perante este pedestal. Não consigo sequer ter um pensamento sem que me atormentes a alma. O que sentia por ti, e acho que ainda o sinto, é amor. Não é outra coisa qualquer que as outras te fazem sentir, não. É amor. E tu sabes perfeitamente disso. Ignoras-me constantemente. Esse teu silêncio doí mais do que dizeres que me odeias constantemente e que não me queres na tua vida. Preferia isso mil vezes do que esta tua frieza."

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.