8.5.11

Talvez


Talvez a errada seja mesmo eu. Não, desta vez não se trata de auto-estima baixa, depressão, inconveniente, é que a sinceridade apareceu na minha vida, e fez do meu peito morada. Ou talvez as coisas sejam certas, certas até demais. Ora, perfeição demais é exagero. Eu sou fraca sim, incompleta, frágil e sentimental, mas eu sei que aqui dentro, existe algo tão forte quanto ferro, que mesmo quebrado, encontra maneiras de continuar firme. Eu sonho com abraços apertados, palavras sinceras, um acordar feliz, com um “bom dia amor”. Eu só quero uma boa dose de felicidade, junto a uma fatia de amor no café da manhã, e quer saber? Eu desejo o mesmo para ti.

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.