6.6.11

Ambas mudamos

Eu mudei, tu mudas-te nós mudamos. Essa é a verdade.
A diferença é que a futilidade reina em ti, o teu sorriso é falso, o teu olhar próspera ódio, tudo o que vem de ti é sinónimo de confusão, o teu maior objectivo e ver-me no chão e fazes questão de fazer isso, tens a mania que és boa que é de ti que eles gostam, que a tua beleza encanta-os e eles amam-te, sabes minha cara amiga eles de ti apenas querem “Comer e Deitar fora!”, confesso que tenho pena de ti e é nestes momentos gostava de chegar ao pé de ti e dizer para teres calma que o que eles querem tu estás a dar de bandeja e serve-se quem quiser.
Tenho pena do ponto onde nós encontramos mas confesso que tenho medo da pessoa que dizem que eu era antes de saber como era estar sem ti, tenho saudades, muitas confesso, tem coisas que nem o tempo nem mesmo o vento leva mas quem traça os nossos caminhos não somos nós, portanto temos que seguir sempre em frente com a cabeça erguida.
És das pessoas que eu mais tentei uma reaproximação e só fizeste utilidade de mim quando precisas-te porque depois que cumpris-te com o teu objectivo voltei a ser aquela que não vale nada para ti, mas que o nome está sempre batido na tua boca.
Só lamento na pessoa lastimável que estás a tornar-te.

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.