1.6.11

Até ao Fim

Não tens moral para falar, qualquer superioridade para poder rebaixar, humilhar, inferiorizar, afinal, quem cometeu o erro não foi ele, quem assumiu um plano de superioridade foste tu, tomaste-o como um alvo perfeito e fizeste dele um porto para descarregar todas as tuas flechas. Mas não lhe acertaste! Eu tomei conta dele, fiz de mim escudo, material de protecção, ferida sentida que não deixa passar as "palavras de gozo" que se entranham e machucam o coração, porque eu estou sempre aqui, a observa-lo, a tomar conta, a defendê-lo, até ao fim!

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.