10.6.11

Fábio André


Confesso que vou ter saudades tuas TóTó, da cumplicidade, dos abraços, de Lisboa, dos momentos em que era eu tu e a D.T, dos telefonemas, da tua sinceridade, de eu chorar e tu olhares para mim com uma cara bué séria e dizer “juro que eu não vou gozar contigo” dos segredos, dos olhares, enfim de tudo o que te diz respeito.

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.