Por vezes não entendo os caminhos da vida, és a segunda pessoa que eu mais desejei, sei que não é amor o que eu sinto por ti e nem posso magoar o meu coração a deixá-lo sentir tal coisa. Tenho plena consciência que o que eu sinto por ti é um grande desejo e culpo o destino disso, foi ele que me concedeu uma noite ao teu lado, no meio de tanto gente foi ele que me fez ficar perplexa em ti e não ter olhos para mais ninguém. Também culpo o destino por não ter voltado a coloca-te no meu caminho e juro que não quero ir embora sem mais uma noite ao teu lado, estivemos tão próximos no Domingo, por meros segundos não te vi, não desisti de ti e espero que ainda não tenhas esquecido de mim.

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.