Para a “feiura”, há plástica. Para o peso, há o regime. Para a pobreza, há o trabalho. Para os dentes, há aparelhos. Mas para a falta de carácter e hipocrisia, não há nenhum tipo de tecnologia que resolva.
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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.
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