Gostava de congelar cada momento ao teu lado, tudo é tão incrível, tenho medo do dia da minha partida, sei que o meu coração gosta da sensação de estar ao lado do teu e isso assusta-me bastante, porque eu sei que o dia da separação é impossível de adiar. Cada dia costuma ser mais um, mas para nós é menos um e confesso que isso está a dar cabo de mim.
Já estava a mentalizar-me que nunca mais ia ver-te, até que avistei-te de longe e um sorriso ficou estampado na minha cara, fui comprar bebidas com a ***** reparei que ela estava maluca para te dar um beijo, falou-te algo no ouvido e enquanto ela falava olhavas fixamente para mim, quando ela passou coloquei a minha mão no teu peito e tu agarraste-a avancei e dei conta que não querias largar recuei e mandei-te um sorriso apertaste-a e deixaste-a. Tinha tanto medo que te envolvesses com ela naquela noite, juro que não ia aguentar ver, mas uma vez faltava-me a coragem de admitir que queria estar contigo e assim horas se passaram até que mais uma vez tu decidiste avançar, agarraste-me por trás e deste-me um beijo na bochecha pediste-me um beijo e eu abanei a cabaça e disse que não, mordeste-me e sorriste, largaste-me de uma forma carinhosa e seguimos caminhos distintos. Fui conversar com o *(não sei o nome), disse-lhe algo ao ouvido uma vez que o som estava bastante alto não gostas-te de tal atitude e puxaste-me para perto de ti, quando me largas-te fui ter com o pessoal com quem estava no inicio da festa. Depois de horas em pé decidi encostar-me na parede para ver ser descansava um pouco a ***** veio comigo, ficamos as duas ali, trocamos meras palavras até que ela avistou alguém que conheci e foi ter com ele, fiquei ali sozinha a ouvir a música com toda atenção, e tu mais uma vez avanças-te, desta vez não me deste oportunidade de resposta simplesmente atiraste-me com um beijo e admito que amei tudo o que aconteceu em diante.

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.