Meu Príncipe, como eu te amo. Sinto uma obrigação contigo que ninguém imagina, penso que tenho de te proteger deste mundo aí fora, te ensinar o que é certo e o que é errado, não deixar que ninguém faça-te mal, limpar-te as lágrimas quando algo correr mal, segura-te no colo quando caíres e dizer que a dor já vai passar, falar-te que os desenhos animados não são tão reais assim como parecem, segura-te na mão e assegura-te que ninguém vai magoar-te. Meu amor confesso que neste momento as saudades de ti são imensas, tenho saudades do meu puto que de manhã dava-me um beijo no rosto e dizia que gostava muita de mim, dava aqueles abraços a “Patrick” que só tu sabes, de quando chegavas da escola e corrias a minha procura para contar como foi o teu dia, de quando davas-me a mão apertavas com força e passavas horas a explicar-me para ter cuidado com os aviões, porque tinhas visto na televisão que eles abriam uma porta e roubavam várias coisas da terra, de sentares no meu colo e tentares contar todas as estrelas do céu, de correres pela casa a dizer que eu o Apolo namorávamos enfim pequenino tenho saudades de tudo que liga a ti. Hoje coloquei-me a ouvir as gravações que fizeste no meu telemóvel e sozinha fiz uma promessa a mim mesma que quando voltar para junto de ti, nunca mais te largo essa é a minha função de “Mami” como tantas vezes me chamavas, vou cuidar de ti e prepara-te para vida que não é uma coisa fácil, quando menos esperares vou estar aí juntinho de ti a dizer que a final os Óvnis não existem que não passava tudo de uma fantasia. Amo-te meu príncipe.

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.