“Eu quero. Tu queres. Assim já somos dois a querer. Tu pedes, eu digo não. Eu peço, tu não me ligas. Tu aproximas-te, eu afasto-me. Eu aproximo-me, tu cedes. Tu fazes-te de forte, eu faço-me ainda mais. Eu faço-me de forte, tu dás a volta. Tu amas-me. Eu amo-te.”

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.