Confesso que um dia amei-te e deixei-te de amar, que um dia eras o meu ar no outro nem o mesmo ar que eu respirava valias, um dia todas as músicas eram nossas agora nem isso faz-me pensar em ti, acho que aprendi a amar-me a mim própria, a respirar sozinha e a reflectir cada letra de uma música como se fosse uma lição da vida. Hoje vivo sem ti mas admito que tenho muitas mesmo muitas saudades tuas.

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.