6.10.11

Não sei

“Não sei, sinceramente não sei o que sinto, não estou irrevogavelmente e incondicionalmente apaixonada e também não é um amor platónico, mas não deixa de ser amor. Quando olho para ti sinto um ligeiro frio na barriga, ao ver o teu sorriso tenho vontade de sorrir também e quando os nossos olhares se cruzam é estranho, fico constrangida e tenho vergonha que já saibas os meus sentimentos por ti, sinceramente, eu sei que sabes e queria que viesses falar comigo sobre isso, fosse bom ou mau e que no fim me desses um abraço, um simples abraço faria com que acreditasse realmente que podes gostar de mim, nem que seja só um bocadinho e que talvez possa vir a existir um "nós". Comparativamente com todos os outros “amores” que já senti este é o mais puro, o mais simples, o mais verdadeiro, sem obsessões ou perseguições, é diferente, nem sei bem se é amor. Não sei o que me cativa em ti, talvez o mistério existente à tua volta ou o sorriso mais lindo do mundo, o teu e, mesmo que não queira é impossível não te observar, porque tu não me és indiferente, tu sabes. Ás vezes sonho, sonho contigo, com um “nós” impossível e improvável e sinto-me tão bem, tão feliz, mas de repente acordo e percebo que afinal foi só mais um sonho.”

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.