"Sabes, as vezes eu pergunto-me até que ponto és aquilo que eu vejo em ti ou apenas aquilo que eu quero ver. Eu queria saber até que ponto tu não és apenas uma projecção daquilo que eu sinto, e se é assim, até quando eu conseguirei ver em ti todas essas coisas que me fascinam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas."

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.