1.12.11

Será que ainda amigas?

“Nunca vou deixar-te”.
Mas uma vez falhas-te com a tua promessa, mais deixa lá que já não dói tanto como antigamente, chega uma certa altura que o coração já se acostuma.

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.