18.1.12

Não mudo nem por ti nem por ninguém

“Eu sei o que pensas quando olhas para mim. Talvez se eu fosse mais comportada, falasse mais baixo e não chamasse tanta atenção. Talvez se eu bebesse um pouco menos, te desse menos trabalho e não fosse tão do agora. Talvez se eu não tivesse chegado tão perto, nem te tocado tão fundo, nem sido tão eu. Talvez haveria alguma possibilidade.”

Sem comentários:

Enviar um comentário

Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.