“Faça alguma coisa ruim, qualquer coisa que me impeça imediatamente de sentir esse amor absurdo por ti. Estou nas tuas mãos e isso não é uma metáfora. Porque eu já não sei mais nada. Ou, vai que tu estás mesmo certo, as coisas são assim mesmo, o amor invade pela boca enquanto a gente se olha e fica rindo.”

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.