12.2.12

”Congestionou. Disse o coração. Querendo-te a cada milésimo que se passa. Desejando-te a cada batida acelerada dele. Amando-te a cada piscar de olhos dados por mim. Mas o que posso fazer se em meu coração quem manda é ele? Ele que toma conta, ele que sabe de tudo (…) Pense numa coisa danada é o meu coração. Esperto, mas ao mesmo tempo tão burro em querer-te. Malicioso, mas ao mesmo tempo tão ingénuo por desejar-te. Completo, mas ao mesmo tempo tão despedaçado por amar-te.”

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.