Doeu, doeu muito mesmo. Aquelas simples palavras pareciam facas, acertas-te em cheio, caí, os olhos encherem-se de água, não aguentei e chorei por alguns segundos, minutos talvez, não te consigo explicar o quando doeu e o quanto ainda dói. Depois de chorar, limpei as lágrimas e segui em frente, porque a vida é mesmo assim, sorri e fingi que nada aconteceu mas a ferida essa foi aberta e dificilmente se irá fechar.
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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.