26.3.12

Aí, aí

"Há quem diga que saudade é passageira, mas como? Eu a sinto todos os dias, longe ou perto. Eu a sinto todas as manhãs frias ou quentes, todas as sexta, domingos ou quartas. Passageira? Certamente quem vos dissestes isto nunca sentiu saudade de fato, nunca acordou com nós na garganta, nunca quis andar a pé longas distância num ímpeto. Passageira? Não, a saudade não é."

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.