22.3.12

É verdade

“É verdade, eu o amava. Não com esse amor de carne, de querer tocá-lo e possuí-lo e saber coisas de dentro dele. Era um amor diferente, quase assim feito uma segurança de sabê-lo sempre ali.”

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.