14.3.12

Lindoo!

“Hoje eu poderia falar de amor. Mas que amor? Eu nem sei se o que eu sinto é amor. Embora tenha sido tão bom, embora tenha me deixado tanta saudade eu não sei se era amor. E dizem que o amor trás paz, que o amor é tranquilidade total. E então concluo que não era amor. Dormir e acordar todo dia e lembrar de tudo. Isso não é paz nem aqui e nem em nenhum lugar do mundo. Então eu poderia falar de tesão. Mas eu tenho quase certeza não era simplesmente uma tesão. Se não inclusive eu não estaria gastando meu belo tempo escrevendo isso. Prazer é quando chegamos onde queremos chegar, e nos satisfazemos por completo. E eu cheguei várias vezes e não me satisfiz por completo, não era tesão não, ou melhor, não era só isso. Tesão não fica conversando depois da transa. Tesão não chora de saudade. Tesão não machuca tanto. Amizade quem sabe? Olha, até acredito que fomos muito amigos, mas os nossos abraços nunca foram abraços de amizade. Eu abraço minhas amigas quase todos os dias e sei muito bem o que são abraços de amizade. Além do que amizade não tem os beijos molhados e suculentos que tivemos. Paixão. Já sei!!! Deve ser paixão! Ops... Lembrei que dizem que a paixão tem tempo determinado. É... Então não sei de mais nada, porque o meu tempo de paixonite tá durando heim!! E vem cá... Quando estamos apaixonados, sonhamos em casar?? Porque eu sonhei muito viver pra sempre com ele. E paixão não é aquela coisa louca que a pessoa não resiste e vai atrás?? Então não é paixão. Porque até então eu consegui ser forte e não fui atrás. Ódio? Raiva?? Até já senti isso por alguns segundos. Mas os outros sentimentos sobressaem sempre. Não. Ódio e raiva não eram não. Bom ou ruim? Também não sei. Eu curti tanto, mas sofri tanto. Sei lá. Não era nenhum desses sentimentos. Ou eram todos eles. Não era ou não é. Isso eu também não sei. Só sei que aconteceu. Só sei que foi intenso. Ou é... !!! Não me faça muitas perguntas porque sinceramente eu não sei. Nem se acabou eu sei!!!! Só sei que existiu. Ou existe!!! O resto... Não sei, não sei, não sei...“

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.