1.4.12

Eu já

“E quer saber? Já sofri. Já engoli mentiras que eram para ser verdade. Já convivi com pessoas egoístas e pessimistas; aprendi muito com elas. Já fui marionete. Já me confundiram com a vilã. Já não sou igual a antes, mudei sem querer mudar. Já não acredito mais em promessas e nem que o amor dura para sempre; se bem que é tão bom pensar positivamente. Já não posso mais me enganar, não posso ser mais uma. Não gosto de meio termos, ou é sim ou é não, ou pode ou não pode, chega de talvez. Me aposentei, faz um tempo das expectativas.”

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.