“E quantas vezes eu sorri para não chorar, quantas vezes fingi poder aguentar tudo, me fiz de forte na frente dos outros e quando sozinha desmontava em choros…E quantas vezes me coloquei em segundo lugar pra satisfazer aos outros e quantas vezes eu ainda vou esquecer de mim por você!?”

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.