“Você sabe que vai ser sempre assim. Que essa queda não é a última. Que muitas vezes você vai cair e hesitar no levantar-se, até uma próxima queda. Prefere jogar-se numa atitude que seria tão teatral, não fosse nada verdadeira, sentir alguns dos espinhos rasgando carne, as pedras entrando no corpo, o rosto espatifado contra o fim desconhecido. Precisa ir até o fundo.”

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.