8.2.11

Desculpa não é de propósito

Desculpa-me se as vezes as palavras desgastam-se e eu apenas deixo o meu olhar falar por mim, esqueci-me que viras-te um puto é que não és capaz de ler o que vem de dentro, só me compreendes pelo falar, mas as vezes as palavras são insuficientes.

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.