8.2.11

Tu não mudas-te por mim

Tenho plena consciência da criança que sou, tenho noção das birras que faço, mas é a minha maneira de defender-me do mundo, não vou mudar por ti, assim como não foste capaz de mudar por mim, tive o trabalho de tentar torna-me uma mulher para ti, compreender-te está do teu lado quer estivesses errado ou não, e tu na tua primeira oportunidade viraste-me as costas e deixaste-me ali, estendida no meio do chão para quem quisesse pisar e humilhar o fizesse.

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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.