"O telemóvel toca, e é alguém com quem já não falava há uns dias. Contamos as novidades dos últimos tempos, falamos de tudo, como sempre foi hábito nosso. Nunca houve segredos que fizessem sentido. E, embora todo o tempo que não estamos juntos, os meses que não nos vemos e os dias que muitas vezes ficamos sem falar, sabemos sempre que cada um estará exactamente no mesmo sitio, da mesma maneira, e à nossa espera. Sem medo de um dia querer voltar e não ter ninguém para o receber. Nós sabemos. Sabemos que podem passar anos e anos, que a nossas amizade e carinho, nunca se perderão. São demasiado fortes, puros e verdadeiros para desaparecerem. E sempre será como o prometido desde crianças: podemos estar separados todo o ano, mas passaremos sempre, pelo menos uma semana por ano, juntos; os nossos filhos serão amigos de infância como nós; e quando formos velhinhos, vamos contar todas as nossas histórias aos nossos netos. Será para sempre, eu prometo."10.4.11
Contigo sei que sim
"O telemóvel toca, e é alguém com quem já não falava há uns dias. Contamos as novidades dos últimos tempos, falamos de tudo, como sempre foi hábito nosso. Nunca houve segredos que fizessem sentido. E, embora todo o tempo que não estamos juntos, os meses que não nos vemos e os dias que muitas vezes ficamos sem falar, sabemos sempre que cada um estará exactamente no mesmo sitio, da mesma maneira, e à nossa espera. Sem medo de um dia querer voltar e não ter ninguém para o receber. Nós sabemos. Sabemos que podem passar anos e anos, que a nossas amizade e carinho, nunca se perderão. São demasiado fortes, puros e verdadeiros para desaparecerem. E sempre será como o prometido desde crianças: podemos estar separados todo o ano, mas passaremos sempre, pelo menos uma semana por ano, juntos; os nossos filhos serão amigos de infância como nós; e quando formos velhinhos, vamos contar todas as nossas histórias aos nossos netos. Será para sempre, eu prometo."
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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.