"Queria-te dizer tanta coisa. Tanta. Mas a minha boca cala, cada vez que o coração quer falar. Os meus olhos serram, cada vez que te quero dizer seja o que for. Como se tivesse um nó enorme na garganta, como se me tivessem tirado o chão debaixo dos pés. É frustrante. Não consigo que percebas o que estou a sentir, mas gostava. Preciso que me digas o que eu tanto quero ouvir. Preciso também que me oiças, ou que me abraces. Preciso que sejas tu, como sempre foste."
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Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risado do ridicúlo, e choro quando quero.